A Doença de Parkinson é um problema no cérebro que aparece, geralmente, na vida adulta e piora com o tempo.
Foi descrita há mais de 200 anos como “paralisia trêmula” por James Parkinson.
Além dos tremores, rigidez e lentidão dos movimentos, a doença também pode causar outros sintomas, como alterações no sono, no humor, na memória e no funcionamento do intestino.
Não afeta só o movimento, mas também outras áreas da vida.
O risco de ter Parkinson aumenta depois dos 60 anos. A maioria dos diagnósticos acontece por volta dos 70 anos.

Nem todo tremor é Parkinson.
Para saber a causa certa, é fundamental passar por uma consulta com a Dra. Juliana, neurologista especializada.
Ela fará uma avaliação completa e detalhada para entender seu caso, diferenciando o Parkinson de outras doenças que também causam tremor.
Isso é muito importante porque o tratamento depende do diagnóstico correto, garantindo que você receba o cuidado mais adequado.
Agende sua consulta hoje mesmo e cuide da sua saúde!



Você sabia que o Parkinson nem sempre começa com os tremores?
Muitos sintomas que não são de movimento aparecem antes dos tremores e da rigidez.
São sinais que podem surgir antes dos sintomas mais conhecidos do Parkinson.
Veja os mais comuns:
- Distúrbios do Sono: sonhar muito, se mexer muito durante o sono ou falar dormindo.
- Perda do Olfato: dificuldade para sentir cheiros, muitas vezes anos antes dos tremores.
- Intestino Preso (Constipação): dificuldade para evacuar, intestino lento e desconforto abdominal.
- Alterações Urinárias: vontade de urinar com mais frequência ou urgência.
- Depressão e Ansiedade: tristeza, desânimo, preocupação excessiva, às vezes antes dos sintomas motores.
Quais os principais sintomas da Doença de Parkinson?
Essa doença três sintomas principais:
- Tremor (tremedeira)
- Lentidão nos movimentos (bradicinesia)
- Rigidez muscular (corpo endurecido)
- Outro sintoma, chamado instabilidade postural (dificuldade para manter o equilíbrio), aparece geralmente em fases mais avançadas da doença e não é usado para o diagnóstico inicial.

Outros Sintomas que podem aparecer com o Parkinson
Com o avanço da doença, podem surgir outros sinais, como:
- Hipomimia: rosto com pouca expressão (cara “sem emoção”)
- Disfagia: dificuldade para engolir
- Sialorreia: muita saliva na boca
- Micrografia: letra pequena e apertada ao escrever
- Postura Curvada: corpo inclinado para frente
- Dificuldade para se virar na cama
- Andar arrastando os pés, com passos curtos
- Congelamento: sensação de que os pés “grudam” no chão e não conseguem andar
A maioria desses sintomas acontece por causa dos principais problemas da doença: a lentidão dos movimentos (bradicinesia) e a rigidez muscular.
Por exemplo, o rosto “sem emoção” acontece porque o rosto se mexe menos. A dificuldade para engolir e a saliva em excesso são causadas pela lentidão dos músculos usados para engolir.
Para um acompanhamento eficaz e feito sob medida, é essencial ser cuidado por um profissional especializado, como a Dra. Juliana Freitas, neurologista.
Por que a pessoa desenvolve Parkinson?
O Parkinson acontece porque uma parte do cérebro chamada substância negra, que ajuda no controle dos movimentos, começa a perder células importantes.
Essas células são responsáveis por produzir uma substância chamada dopamina, que funciona como um “mensageiro” entre as células nervosas.
A dopamina é essencial para que os movimentos do corpo sejam feitos de forma leve, rápida, coordenada e automática.
Quando essa substância vai diminuindo, surgem os sintomas típicos:
- Tremores
- Lentidão
- Rigidez muscular
- Alterações no equilíbrio
Além disso, no cérebro das pessoas com Parkinson também aparecem depósitos de uma proteína chamada alfa-sinucleína, que forma os chamados corpos de Lewy.
Eles atrapalham ainda mais o funcionamento das células nervosas e ajudam a explicar muitos dos sintomas não motores, como alterações do sono, perda de olfato, problemas de memória e do humor.
Ou seja, o Parkinson não é apenas um problema de movimento, mas sim uma doença que afeta várias funções do cérebro por conta da falta de dopamina e do acúmulo dessas proteínas anormais.
Ainda não sabemos exatamente por que essas células começam a se desgastar, mas acredita-se que seja uma combinação de:
- Fatores genéticos: em alguns casos, há herança familiar.
- Fatores ambientais: exposição a agrotóxicos, poluição, metais pesados e outras toxinas.
- Envelhecimento: o risco aumenta com a idade, principalmente após os 60 anos.
É uma doença causada por um conjunto de fatores, e não por um único motivo.
É importante saber que Parkinson não tem cura, mas tem tratamento, e quanto antes for iniciado, melhor é o controle dos sintomas e a qualidade de vida.

Como é feito o diagnóstico da Doença de Parkinson?
O diagnóstico da Doença de Parkinson é clínico, ou seja, feito a partir de uma avaliação médica detalhada, sem um exame laboratorial específico que sozinho confirme a doença.
Durante a consulta, a neurologista Dra. Juliana Freitas realiza uma análise cuidadosa dos sinais, sintomas e da história do paciente. A combinação entre a experiência clínica, o exame físico neurológico e os relatos do paciente permite chegar ao diagnóstico com segurança.
O que a Dra Juliana avalia?
✔️ Tremores em repouso
✔️ Lentidão dos movimentos (bradicinesia)
✔️ Rigidez muscular
✔️ Alterações no equilíbrio e na postura
✔️ Dificuldade para caminhar, escrever ou realizar movimentos do dia a dia
✔️ Sintomas não motores, como perda de olfato, distúrbios do sono, constipação, ansiedade ou depressão
Existem exames para confirmar o Parkinson?
Atualmente não existe um exame de sangue ou de imagem que, sozinho, confirme o Parkinson.
Porém, exames como ressonância magnética cerebral pode ser realizada para excluir anormalidades estruturais específicas (por exemplo, hidrocefalia, tumor ou infartos lacunares) podem ser solicitados para descartar outras doenças que causam sintomas semelhantes.
Por que é importante ser avaliado por um especialista?
O Parkinson pode ser confundido com outras condições que também causam tremores e alterações nos movimentos.
Por isso, é fundamental ser acompanhado por uma neurologista especializada, como a Dra. Juliana Freitas.
O diagnóstico correto é essencial para escolher o tratamento mais adequado, aliviar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida desde o início.
Existem outras doenças que podem se confundir com o Parkinson
Nem todo tremor ou dificuldade de movimento significa Doença de Parkinson.
Existem outras condições que podem causar sintomas muito parecidos. Segue abaixo algumas dessas condições:
1. Tremor Essencial
- Tremor mais visível durante o movimento (e não em repouso)
- Costuma afetar mãos, cabeça ou voz
- Não apresenta rigidez nem lentidão dos movimentos
- Evolução muito diferente do Parkinson
2. Parkinsonismo Secundário
Sintomas parecidos com o Parkinson, mas causados por outros fatores, como:
- Uso de certos medicamentos (neurolépticos, por exemplo)
- Exposição a toxinas
- Traumatismos cranianos repetitivos
- Hidrocefalia de pressão normal
3. Parkinsonismos Atípicos
Doenças neurodegenerativas que podem começar com sintomas semelhantes, mas com evolução mais rápida e presença de outros sinais:
- Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)
- Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP)
- Degeneração Corticobasal (DCB)
- Demência com Corpos de Lewy
Essas condições costumam ter menos resposta aos medicamentos para Parkinson e apresentam outros sinais, como quedas precoces, rigidez mais intensa, alterações na visão, distúrbios severos da fala ou da deglutição logo no início.
4. Doenças Cerebrovasculares
Pequenos AVCs (infartos lacunares) podem causar um quadro chamado parkinsonismo vascular, geralmente com rigidez e lentidão predominando nas pernas, além de alterações no caminhar.

Como é o tratamento da Doença de Parkinson?
A Doença de Parkinson não tem cura, mas possui tratamentos muito eficazes que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e manter a autonomia do paciente por muitos anos.
O tratamento deve ser individualizado, sempre adaptado à fase da doença, aos sintomas presentes e às necessidades de cada paciente.
Tratamento medicamentoso
O objetivo dos medicamentos é repor ou aumentar a dopamina no cérebro, que é a substância que falta na Doença de Parkinson.
Os principais remédios incluem:
- Levodopa: o mais eficaz no controle dos sintomas motores (tremor, lentidão, rigidez).
- Agonistas dopaminérgicos: estimulam os receptores de dopamina.
- Inibidores da COMT e da MAO-B: ajudam a prolongar o efeito da dopamina no cérebro.
- Outros medicamentos que podem ser usados para tratar sintomas específicos, como tremores isolados, alterações do sono, depressão, ansiedade ou distúrbios do humor.
A Dra Juliana – neurologista ajusta as doses ao longo do tempo, de acordo com a evolução dos sintomas e as respostas do paciente.

Tratamento não medicamentoso
O tratamento não é feito só com remédios! Outras abordagens são fundamentais:
- Fisioterapia especializada em Parkinson: melhora o equilíbrio, a força, a postura e o caminhar.
- Fonoaudiologia: ajuda na fala, na voz e na deglutição.
- Terapia ocupacional: trabalha a autonomia nas atividades do dia a dia.
- Psicologia: apoio para lidar com questões emocionais, ansiedade e depressão.
- Atividade física regular: comprovadamente melhora os sintomas motores e não motores.

Cirurgia – Estimulação Cerebral Profunda (DBS)
Em alguns casos, quando os sintomas não ficam bem controlados apenas com medicamentos, é possível indicar uma cirurgia chamada Estimulação Cerebral Profunda (DBS).
Ela consiste em implantar eletrodos em áreas específicas do cérebro, ajudando a controlar tremores, rigidez e movimentos involuntários, e permitindo muitas vezes reduzir as doses de medicação.

Acompanhamento contínuo faz toda a diferença
A Doença de Parkinson é uma condição progressiva, e por isso o tratamento precisa ser reavaliado e ajustado periodicamente.
A Dra. Juliana Freitas, neurologista especializada, oferece um acompanhamento completo e personalizado para cada fase da doença, visando qualidade de vida, controle dos sintomas e bem-estar do paciente e da família.
Qual o papel da Genética?
A maioria dos casos de Doença de Parkinson ocorre de forma esporádica, ou seja, sem uma causa genética clara na família.
No entanto, pesquisas mostram que em cerca de 5 a 10% dos casos, a doença pode estar relacionada a alterações genéticas que aumentam o risco de desenvolver Parkinson.
O que isso significa?
Ter um parente próximo com Parkinson pode aumentar um pouco o risco, mas não significa que a doença será necessariamente passada para você.
A Doença de Parkinson é causada por uma combinação complexa de fatores genéticos e ambientais, como exposição a toxinas, idade, e outros aspectos ainda pouco compreendidos.
Quando a genética predomina?
Em famílias com múltiplos casos de Parkinson, principalmente quando a doença começa em idade mais jovem (antes dos 50 anos), pode haver uma contribuição genética maior.
Existem alguns genes identificados que aumentam o risco, mas esses casos são raros.
Por isso, se você tem casos de Parkinson na família e está preocupado, o ideal é:
Agendar uma consulta com a Dra Juliana Freitas para uma avaliação detalhada
Receber orientações sobre acompanhamento e prevenção
A Dra. Juliana Freitas está pronta para esclarecer suas dúvidas e realizar um acompanhamento personalizado, considerando seu histórico familiar e fatores individuais.

Como prevenir a Doença de Parkinson?
Atualmente, não existe uma forma garantida de prevenir a Doença de Parkinson, pois suas causas envolvem uma combinação complexa de fatores genéticos e ambientais que ainda não são totalmente compreendidos.
No entanto, algumas atitudes podem ajudar a reduzir o risco e promover a saúde do cérebro ao longo da vida:
Dicas para cuidar da saúde neurológica e possivelmente diminuir o risco de Parkinson:
- Pratique atividades físicas regularmente
Exercícios melhoram a circulação cerebral, fortalecem os músculos e ajudam a manter o equilíbrio e a coordenação. - Alimente-se de forma saudável
Uma dieta rica em frutas, verduras, cereais integrais, peixes e gorduras boas (como ômega-3) contribui para a saúde do sistema nervoso. - Evite exposição a toxinas e pesticidas
Alguns estudos indicam que substâncias químicas podem aumentar o risco de Parkinson, então procure reduzir o contato com essas substâncias. - Cuide do sono e da saúde mental
Distúrbios do sono e estresse crônico podem prejudicar o funcionamento cerebral, portanto priorize um sono de qualidade e técnicas para controlar a ansiedade. - Evite o consumo excessivo de álcool
Essa substância prejudica o sistema nervoso e a saúde em geral.

A Dra. Juliana Freitas orienta seus pacientes não apenas no tratamento, mas também em hábitos saudáveis para promover o bem-estar do cérebro e melhorar a qualidade de vida.
A importância da família no cuidado do paciente com Doença de Parkinson
A Doença de Parkinson é um desafio não só para quem convive com os sintomas, mas também para toda a rede de apoio ao redor do paciente — principalmente a família.
Por que o apoio familiar é tão fundamental?
- Apoio emocional: O Parkinson pode trazer mudanças físicas, cognitivas e emocionais que afetam o dia a dia. Ter uma família presente ajuda a reduzir a ansiedade, a depressão e o sentimento de isolamento.
- Auxílio nas atividades diárias: Conforme a doença evolui, algumas tarefas simples podem se tornar difíceis. A família pode ajudar na alimentação, higiene, mobilidade e na administração dos medicamentos.
- Estímulo à autonomia: O equilíbrio entre ajuda e incentivo para que o paciente faça o máximo que conseguir é essencial para preservar a independência e a autoestima.
- Comunicação com a equipe médica: Familiares atentos podem observar mudanças nos sintomas, relatar ao médico e colaborar para o ajuste do tratamento.
- Ambiente positivo: Criar um ambiente acolhedor e paciente ajuda no bem-estar do paciente, melhorando a qualidade de vida.
Como a família pode se preparar para essa jornada?
- Buscar informação confiável sobre a doença e seu tratamento.
- Participar das consultas e orientações com o neurologista e equipe multidisciplinar.
- Ter paciência e compreensão diante das dificuldades do paciente.
- Cuidar da própria saúde física e emocional para estar bem e disponível para o cuidado.

A Dra. Juliana Freitas valoriza o papel da família no tratamento e está disponível para orientar tanto o paciente quanto seus familiares nessa caminhada, promovendo um cuidado integral e humanizado.
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