A neuropatia é uma condição que afeta os nervos periféricos.
Esses nervos são responsáveis por levar informações do cérebro para o corpo e do corpo para o cérebro, como sensibilidade, movimento e dor.
Quando eles adoecem, esses sinais passam a chegar de forma alterada ou deixam de chegar.
De forma simples, a neuropatia acontece quando o nervo está machucado, inflamado ou degenerado, o que pode causar dor, dormência, formigamento, queimação ou fraqueza, principalmente nas mãos e nos pés.
Quando procurar a Dra Juliana Freitas – Neurologista?
O neurologista é o médico especialista no diagnóstico e tratamento das doenças que afetam os nervos, o cérebro e a medula espinhal.
Na neuropatia, ele é fundamental para entender o que está causando o problema, diferenciar neuropatia de outras doenças e indicar o tratamento mais adequado.
Muitos sintomas de neuropatia podem se confundir com problemas ortopédicos, circulatórios ou musculares.
A Dra. Juliana Freitas realiza uma avaliação neurológica completa, cuidadosa e individualizada, que permite compreender melhor os sintomas de cada paciente.
Esse olhar atento ajuda a evitar atrasos no diagnóstico, reduz inseguranças e direciona o tratamento mais adequado desde o início.




Para que servem os nervos?
Os nervos funcionam como “fios elétricos” do nosso corpo. Eles permitem que você:
- Sinta o toque, a dor, o calor e o frio
- Mexa os músculos
- Perceba a posição do corpo
- Controle funções automáticas, como sudorese, intestino, bexiga e pressão arterial
Quando esses nervos sofrem algum tipo de dano, surgem os sintomas da neuropatia.

O que é neuropatia periférica?
A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta os nervos localizados fora do cérebro e da medula espinhal.
Geralmente, os sintomas começam nas extremidades do corpo, como pés e mãos, e podem progredir ao longo do tempo.
Muitos pacientes descrevem sensações como:
- Formigamento constante
- Dormência
- Dor em queimação
- Sensação de choques
- Perda de sensibilidade
- Fraqueza muscular
Esses sintomas podem ser leves no início, mas tendem a se intensificar se a causa não for identificada e tratada.

Neuropatia é uma doença grave?
A neuropatia não deve ser ignorada, mas isso não significa que não exista tratamento.
A gravidade depende da causa, do tempo de evolução e do início precoce do acompanhamento médico.
Quanto mais cedo o diagnóstico é feito, maiores são as chances de controlar os sintomas, aliviar a dor e evitar a progressão do dano nervoso.

O que pode causar neuropatia?
Existem várias causas de neuropatia, entre as mais comuns estão:
- Diabetes
- Deficiência de vitaminas (principalmente vitamina B12)
- Uso excessivo de álcool
- Doenças autoimunes
- Infecções
- Compressão de nervos
- Efeito colateral de alguns medicamentos
Em alguns casos, mesmo após investigação, a causa pode não ser identificada, o que chamamos de neuropatia idiopática.
Quando procurar a Dra Juliana Freitas – Neurologista?
Quando apresentar essas queixas:
- Dormência ou formigamento persistente
- Dor em queimação ou choques nos pés ou mãos
- Perda de sensibilidade
- Fraqueza sem causa aparente
- Piora progressiva dos sintomas
A Dra Juliana – neurologista – é especialista indicada para investigar a causa da neuropatia, solicitar exames quando necessário e indicar o tratamento mais adequado para cada caso.
Qual a importância do exame físico neurológico?
O exame físico neurológico é uma etapa fundamental na avaliação da neuropatia.
Ele é realizado no consultório, não dói e permite ao neurologista entender como os nervos estão funcionando.
Durante a consulta, a Dra. Juliana realiza o exame físico neurológico com atenção e cuidado — um momento importante da avaliação, em que cada detalhe é observado com calma, sempre respeitando o conforto e as particularidades de cada paciente.
Avaliação da sensibilidade
O neurologista testa se o paciente consegue sentir:
- Toque leve
- Dor
- Temperatura (frio e quente)
- Vibração
Esses testes ajudam a identificar perda ou alteração da sensibilidade, muito comuns na neuropatia.

Avaliação da força muscular
O médico pede para o paciente realizar alguns movimentos simples, como empurrar, puxar ou levantar braços e pernas.
Isso permite identificar fraqueza muscular, que pode estar relacionada ao comprometimento dos nervos.

Avaliação dos reflexos
Os reflexos são testados com um pequeno martelo de borracha.
Na neuropatia, é comum observar diminuição ou ausência de reflexos, principalmente nos tornozelos e joelhos.

Avaliação da marcha e do equilíbrio
O neurologista observa a forma como o paciente anda, se há dificuldade para manter o equilíbrio ou alterações na pisada.
Essas informações ajudam a entender o impacto da neuropatia no dia a dia.
Avaliação da coordenação
São feitos testes simples, como tocar o dedo no nariz ou acompanhar movimentos com os olhos, para avaliar a coordenação motora.
Esse conjunto de informações permite ao neurologista levantar hipóteses sobre o tipo de neuropatia, sua gravidade e a necessidade de exames complementares, como a eletroneuromiografia.
Quando solicitar o exame de eletroneuromiografia?
A eletroneuromiografia é um exame que avalia o funcionamento dos nervos e dos músculos.
Ela não é solicitada para todos os pacientes, mas é muito importante em algumas situações específicas.
O neurologista pode indicar a eletroneuromiografia quando:
- Há dormência, formigamento ou dor persistentes sem causa definida
- Existe suspeita de neuropatia periférica
- Os sintomas estão progredindo ou piorando ao longo do tempo
- Há fraqueza muscular associada
- É necessário diferenciar neuropatia de outras condições, como compressão de nervos (ex: síndrome do túnel do carpo) ou doenças musculares
- Para avaliar a gravidade do comprometimento dos nervos e acompanhar a evolução do quadro
O exame ajuda a identificar quais nervos estão afetados, se o problema é no nervo, no músculo ou na junção entre eles, e orienta de forma mais precisa o tratamento.
Embora possa causar um leve desconforto, a eletroneuromiografia é um exame seguro e fornece informações muito valiosas para o diagnóstico.
Para garantir um resultado confiável e bem interpretado, o exame deve ser realizado por um neurologista com formação e experiência em eletroneurofisiologia, capacitado para correlacionar os achados do exame com a história clínica e o exame neurológico do paciente.

Neuropatia tem tratamento?
Sim. O tratamento da neuropatia depende da causa e pode incluir:
- Controle da doença de base (como o diabetes)
- Reposição de vitaminas
- Medicamentos para dor neuropática
- Mudanças no estilo de vida
- Fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar
Embora nem sempre seja possível “curar” o nervo, é possível controlar os sintomas, reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida.

Sintomas como dor em queimação, formigamento, dormência ou perda de sensibilidade não devem ser ignorados.
Eles podem ser sinais de neuropatia e merecem uma avaliação cuidadosa.
O diagnóstico correto começa com uma escuta atenta, um exame físico neurológico bem realizado e, quando necessário, exames complementares solicitados de forma adequada.
Quanto mais cedo a neuropatia é identificada, maiores são as chances de controlar os sintomas, aliviar a dor e preservar a qualidade de vida.
A Dra. Juliana Freitas realiza uma avaliação neurológica completa, individualizada e humanizada, com foco em compreender a história de cada paciente e indicar o melhor caminho para o tratamento.
👉 Se você apresenta sintomas sugestivos de neuropatia ou tem dúvidas sobre sua saúde neurológica, agende uma consulta e cuide dos seus nervos com atenção e segurança.
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